Levantamento da AircraftPost mostra que apenas 502 jatos executivos usados foram vendidos até junho, com 728 aeronaves adicionadas ao estoque — os dois números em queda no semestre. O esfriamento do mercado secundário contrasta com a demanda ainda aquecida por aeronaves novas.
A Korean Air fechou com a Bombardier Defense a compra de dois Global 6500 destinados a um contrato do governo sul-coreano. O negócio reforça a estratégia da fabricante canadense de levar o jato de ultralongo alcance para missões especiais e de Estado.
A Resolução 800/2026 da ANAC, em vigor desde 12 de março, estabelece medidas administrativas mais firmes para casos de indisciplina grave no transporte aéreo. O tema afeta risco operacional, custo de conformidade e governança de operação.
Levantamento da AircraftPost mostra que apenas 502 jatos executivos usados foram vendidos até junho, com 728 aeronaves adicionadas ao estoque — os dois números em queda no semestre. O esfriamento do mercado secundário contrasta com a demanda ainda aquecida por aeronaves novas.
A Korean Air fechou com a Bombardier Defense a compra de dois Global 6500 destinados a um contrato do governo sul-coreano. O negócio reforça a estratégia da fabricante canadense de levar o jato de ultralongo alcance para missões especiais e de Estado.
A Resolução 800/2026 da ANAC, em vigor desde 12 de março, estabelece medidas administrativas mais firmes para casos de indisciplina grave no transporte aéreo. O tema afeta risco operacional, custo de conformidade e governança de operação.
A Honeywell Aerospace, que fabrica motores, aviônica e sistemas para boa parte dos jatos executivos do mundo, passou a operar como companhia independente na Nasdaq. A separação, concluída em 29 de junho, cria um dos maiores fornecedores aeroespaciais de capital aberto.
A divisão de aviação executiva emplacou 45 jatos entre abril e junho, alta de 55% sobre o trimestre anterior. O Phenom 300 puxou o volume com 20 unidades, e a produção do Praetor 600 triplicou. A fabricante mantém a projeção de 160 a 170 jatos executivos no ano.
O jato leve da Cessna alcançou a marca de 500 unidades produzidas desde 2010. O feito chega no momento em que a fabricante prepara a certificação do CJ4 Gen3, que estreia a aviônica Garmin G3000 Prime e o pouso automático de emergência.
O jato executivo mais rápido do mundo chegou à região pelas mãos de um cliente sediado em Xangai. Com Mach 0,95 e 8.000 milhas náuticas de alcance, o modelo liga a cidade a Nova York, Dublin e Sydney sem escala — e sinaliza a aceleração da demanda asiática por ultra longo alcance.
A fabricante prevê entre 160 e 170 jatos executivos em 2026, ante 155 no ano passado, com carteira de US$ 7,8 bilhões. O encerramento da sobretaxa dos Estados Unidos, que custou US$ 80 milhões, tira um peso da divisão executiva.
Pouco mais de um ano após entrar em serviço, o carro-chefe da Gulfstream cruza duas marcas simbólicas ao mesmo tempo: a centésima entrega e o centésimo recorde de rota, este cravado entre Savannah e San José.
O setor entregou 162 jatos no período, com a Gulfstream liderando entre os fabricantes de business jets. O volume total de aeronaves civis chegou a 877 unidades, com US$ 6,85 bilhões em faturamento.
O evento em Farnborough reuniu um dos três G400 de testes em voo e a primeira exibição europeia do mock-up do G300, reforçando a posição da fabricante no segmento médio do continente.
O primeiro voo do M2 Gen3 coloca a Textron em fase mais avançada de testes e reforça a força da família Citation justamente num segmento que continua muito relevante para o mercado executivo.
O voo entre Montreal e Nice em pouco mais de seis horas recoloca o Global 8000 na conversa do topo do mercado, onde autonomia já não basta e desempenho percebido também pesa na decisão.