A Honeywell Aerospace, que fabrica motores, aviônica e sistemas para boa parte dos jatos executivos do mundo, passou a operar como companhia independente na Nasdaq. A separação, concluída em 29 de junho, cria um dos maiores fornecedores aeroespaciais de capital aberto.
A fabricante prevê entre 160 e 170 jatos executivos em 2026, ante 155 no ano passado, com carteira de US$ 7,8 bilhões. O encerramento da sobretaxa dos Estados Unidos, que custou US$ 80 milhões, tira um peso da divisão executiva.
O jato executivo mais rápido do mundo chegou à região pelas mãos de um cliente sediado em Xangai. Com Mach 0,95 e 8.000 milhas náuticas de alcance, o modelo liga a cidade a Nova York, Dublin e Sydney sem escala — e sinaliza a aceleração da demanda asiática por ultra longo alcance.
A Honeywell Aerospace, que fabrica motores, aviônica e sistemas para boa parte dos jatos executivos do mundo, passou a operar como companhia independente na Nasdaq. A separação, concluída em 29 de junho, cria um dos maiores fornecedores aeroespaciais de capital aberto.
A fabricante prevê entre 160 e 170 jatos executivos em 2026, ante 155 no ano passado, com carteira de US$ 7,8 bilhões. O encerramento da sobretaxa dos Estados Unidos, que custou US$ 80 milhões, tira um peso da divisão executiva.
O jato executivo mais rápido do mundo chegou à região pelas mãos de um cliente sediado em Xangai. Com Mach 0,95 e 8.000 milhas náuticas de alcance, o modelo liga a cidade a Nova York, Dublin e Sydney sem escala — e sinaliza a aceleração da demanda asiática por ultra longo alcance.
O jato leve da Cessna alcançou a marca de 500 unidades produzidas desde 2010. O feito chega no momento em que a fabricante prepara a certificação do CJ4 Gen3, que estreia a aviônica Garmin G3000 Prime e o pouso automático de emergência.
A divisão de aviação executiva emplacou 45 jatos entre abril e junho, alta de 55% sobre o trimestre anterior. O Phenom 300 puxou o volume com 20 unidades, e a produção do Praetor 600 triplicou. A fabricante mantém a projeção de 160 a 170 jatos executivos no ano.
A aeronave voou de Melbourne, na Austrália, a Moline, nos Estados Unidos: 8.303 milhas náuticas em 16 horas e 56 minutos. No mesmo mês, a Gulfstream cravou seu 800º recorde de rota, marca que nenhuma outra fabricante alcançou.
A segunda peça da nova geração Praetor conclui a homologação simultânea nas três autoridades que importam. O 500E mantém o alcance de 3.340 nm e os motores Honeywell, mas estreia uma cabine completamente reprojetada. Entregas para novos pedidos começam em 2029.
O futuro topo de linha da Dassault, com a cabine mais larga da aviação executiva, decolou pela primeira vez em 19 de junho num voo de 2h30. Com 7.500 milhas náuticas de alcance e dois motores Rolls-Royce Pearl 10X, o programa avança rumo à certificação prevista para 2027.
Pouco mais de um ano após entrar em serviço, o carro-chefe da Gulfstream cruza duas marcas simbólicas ao mesmo tempo: a centésima entrega e o centésimo recorde de rota, este cravado entre Savannah e San José.
A plataforma organiza automaticamente documentos escaneados em ordem cronológica e permite buscas em segundos em arquivos de manutenção de qualquer tamanho. O foco está em Part 91 e Part 135.
O setor entregou 162 jatos no período, com a Gulfstream liderando entre os fabricantes de business jets. O volume total de aeronaves civis chegou a 877 unidades, com US$ 6,85 bilhões em faturamento.
O novo modelo mantém fuselagem e motores do Praetor 600 original, mas estreia uma Smart Window OLED de 42 polegadas e um sistema de cabine completamente reengenheirado. Entregas previstas para 2029.
O evento em Farnborough reuniu um dos três G400 de testes em voo e a primeira exibição europeia do mock-up do G300, reforçando a posição da fabricante no segmento médio do continente.