Levantamento da AircraftPost mostra que apenas 502 jatos executivos usados foram vendidos até junho, com 728 aeronaves adicionadas ao estoque — os dois números em queda no semestre. O esfriamento do mercado secundário contrasta com a demanda ainda aquecida por aeronaves novas.
Da eletrônica automotiva ao jato que virou sinônimo de mobilidade de alto valor, a trajetória de Bill Lear ajuda a explicar por que o Learjet se tornou um dos nomes mais influentes da aviação executiva.
A Honeywell Aerospace, que fabrica motores, aviônica e sistemas para boa parte dos jatos executivos do mundo, passou a operar como companhia independente na Nasdaq. A separação, concluída em 29 de junho, cria um dos maiores fornecedores aeroespaciais de capital aberto.
Levantamento da AircraftPost mostra que apenas 502 jatos executivos usados foram vendidos até junho, com 728 aeronaves adicionadas ao estoque — os dois números em queda no semestre. O esfriamento do mercado secundário contrasta com a demanda ainda aquecida por aeronaves novas.
Da eletrônica automotiva ao jato que virou sinônimo de mobilidade de alto valor, a trajetória de Bill Lear ajuda a explicar por que o Learjet se tornou um dos nomes mais influentes da aviação executiva.
A Honeywell Aerospace, que fabrica motores, aviônica e sistemas para boa parte dos jatos executivos do mundo, passou a operar como companhia independente na Nasdaq. A separação, concluída em 29 de junho, cria um dos maiores fornecedores aeroespaciais de capital aberto.
A nova evolução do jato leve mais vendido do mundo chega por US$ 13,995 milhões trazendo o Garmin Autoland, freio automático e comando de leme por fio. A Embraer persegue certificação de FAA, EASA e ANAC ainda para o fim do ano, com as primeiras entregas previstas para o fim de 2028.
A aeronave voou de Melbourne, na Austrália, a Moline, nos Estados Unidos: 8.303 milhas náuticas em 16 horas e 56 minutos. No mesmo mês, a Gulfstream cravou seu 800º recorde de rota, marca que nenhuma outra fabricante alcançou.
O futuro topo de linha da Dassault, com a cabine mais larga da aviação executiva, decolou pela primeira vez em 19 de junho num voo de 2h30. Com 7.500 milhas náuticas de alcance e dois motores Rolls-Royce Pearl 10X, o programa avança rumo à certificação prevista para 2027.
A plataforma organiza automaticamente documentos escaneados em ordem cronológica e permite buscas em segundos em arquivos de manutenção de qualquer tamanho. O foco está em Part 91 e Part 135.
O setor entregou 162 jatos no período, com a Gulfstream liderando entre os fabricantes de business jets. O volume total de aeronaves civis chegou a 877 unidades, com US$ 6,85 bilhões em faturamento.
A certificação aprovada pela ANAC coloca o Brasil entre os primeiros mercados da região a operar o Gogo Galileo HDX e reforça como a conectividade virou parte central da cabine executiva.
O levantamento da Argus mostra que o setor seguiu avançando em maio, com destaque para jatos leves e midsize, mas o ritmo esperado para junho já sugere uma fase menos aquecida.
O menor jato da Textron Aviation decolou pela primeira vez em sua versão de nova geração, alcançando 41 mil pés em um voo de 2,7 horas. O M2 Gen3 estreia a aviônica Garmin G3000 Prime e avança rumo à certificação da FAA.
Da pista curta no interior ao jato de longo alcance, este especial organiza o mercado de aeronaves executivas a partir da missão real, do custo total e do tipo de uso que cada categoria consegue sustentar.
Com 50 aeronaves de negócios, contra 30 no ano anterior, a AERO Friedrichshafen 2026 deixa claro que a aviação executiva voltou a ocupar espaço maior, mais visível e mais comercial dentro do principal encontro europeu de aviação geral.